quinta-feira, 29 de março de 2012

Angústia de passarinho

Um motociclista ia a 130 km/h por uma estrada e, de repente, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se: PÁ!!!
Pelo retrovisor, o cara ainda viu o bicho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não podendo conter o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.

O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.

Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, que a tratou e medicou.

O motoqueiro comprou uma gaiolinha e a levou para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para a acidentada.
No dia seguinte, o passarinho recuperou a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e uma vasilha d'água no canto, o bicho pôs as mãos, ou melhor, as asas na cabeça e gritou:

"Caramba, matei o motoqueiro!!!".

Silvia Esteves (Belo Horizonte/MG)
Transcrito do jornal  - ESTADO ECOLÓGICO Suplemento especial do Jornal ESTADO DE MINAS.

(enviado por Márcio)

AMOR DE VERDADE

Martin era um sapateiro em uma vila pequena.
     Desde que morreu a esposa e os filhos, ele se tornou triste.
     Um dia, um homem sábio lhe falou que ele deveria ler os evangelhos porque lá ele descobriria como Deus gostaria que ele vivesse.
     Martin passou a ler os evangelhos. Certo dia leu a narrativa do evangelho de Lucas do banquete em casa do rico fariseu que recebeu Jesus em sua casa, mas não providenciou água para os pés, nem ungiu a cabeça de Jesus, nem o beijou.
     Naquela noite, Martin foi dormir pensando em como ele receberia Jesus, se ele viesse a sua casa. De repente, acordou sobressaltado com uma voz que lhe dizia:
    "- Martin! Olha para a rua amanhã, pois eu virei."
    Logo cedo, o sapateiro acendeu o fogo e preparou sua sopa de repolho e seu mingau. Começou a trabalhar e se sentou junto à janela para melhor ver a rua. Pensando na noite da véspera, mais olhava a rua do que trabalhava.
        Passou um porteiro de casa, um carregador de água. Depois uma mulher com sapatos de camponesa, com um bebê ao colo. Ela estava vestida com roupas pobres, leves e velhas. Segurando o bebê junto ao corpo, buscava protegê-lo do vento frio que soprava forte. Martin convidou-a a entrar e lhe serviu sopa.
        Enquanto comia, ela contou sua vida. Seu marido era soldado. Estava longe há oito meses. Ela já vendera tudo o que tinha e acabara de empenhar seu xale.
        Martin buscou um casaco grosso e pesado e envolveu a mulher e o filho. Depois de alimentados e agasalhados, eles se foram, não sem antes Martin deixar na mão da pobre mãe umas moedas para que ela pudesse tirar o xale do penhor.
        Quando um velho que trabalhava na rua, limpando a neve da frente das casas, parou para descansar, encostado à parede da sua oficina e lar, Martin o convidou a entrar. Serviu-lhe chá quente e lhe falou da sua espera. Ele aguardava Jesus. O velho homem foi embora, reconfortado no corpo e na alma e Martin voltou a costurar uma botina.
        O dia acabou. E quando ele não podia mais ver para passar a agulha pelos furos do couro, juntou suas ferramentas, varreu o chão e colocou o lampião sobre a mesa. Buscou o Evangelho e o abriu. Então, ouvindo passos, ele olhou em volta. Uma voz sussurrou:
        "-Martin, você não me conhece?"
        "-Quem é?", perguntou o sapateiro.
         "-Sou eu" disse a voz. E num canto da sala, apareceu a mulher com o bebê ao colo. Ela sorriu, o bebê também e então desapareceram.
        "-Sou eu" tornou a falar a voz. Em outro canto apareceu o velho homem. Sorriu. E desapareceu.
        A alma de Martin se alegrou. Ele começou a ler o evangelho onde estava aberto:
        "Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era hóspede, e me recolhestes." No fim da página, ele leu: "quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes."
        E Martin compreendeu que o Cristo tinha ido a ele naquele dia, e que ele o recebera bem.

AMANHÃ PODE SER TARDE

Se está bravo com alguém e ninguém faz alguma coisa    
   
para consertar a situacão ...conserte você.    
  
Talvez hoje, aquela pessoa ainda queira ser seu amigo,    
  
e se você não consertar isto logo, talvez amanhã seja muito tarde.
Se está apaixonado por alguém, mas a pessoa não sabe  
  
 ...diga a ela. 
   
 Talvez hoje, aquela pessoa também esteja apaixonado por você   
  
 e se você não falar isto hoje, talvez amanhã seja muito tarde.


Se você morre de desejos de dar um beijo em
  
alguém... então dê.   
  
Talvez essa pessoa também queira seu beijo, se  você    
  
não der isto a ela hoje, talvez amanhã seja muito tarde.

Se você ama alguém e acha que esse alguém lhe esqueceu

...entao diga a ele.   
  
Talvez essa pessoa sempre o tenha amado e se você não lhe disser isso hoje,

talvez amanhã seja muito tarde. 

 Se você precisa de um abraço de um amigo

... você deve lhe pedir.

  Talvez ele precise isto mais que você, e se você não lhe pedir hoje,

amanhã pode ser muito tarde.


Se você realmente tem amigos, aos quais aprecia

... conte isto a eles.   
  
Talvez eles também  o apreciem, e se eles partem ou  vão embora,   
  
talvez amanhã seja muito tarde.  


PASSE ESTA MENSAGEM A PESSOAS QUE VOCE QUER BEM    

passe hoje... talvez amanhã seja muito tarde.

Agenda da Felicidade

O sorriso... é o cartão de visita das pessoas saudáveis.
Distribua-o gentilmente.

O diálogo... é a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.
Transmite-o bastante.

O amor... é a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, você será um(a) eterno(a) desafinado(a).

A bondade... é a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante estas flores.

A alegria... é o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.

A paz da consciência... é o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.
Viva em paz consigo mesmo.

A fé... é a bússola certa para os navios errantes, incertos,
buscando as praias da eternidade.
Utilize-a sempre.

A esperança...é o vento bom enfunando as velas do nosso barco.
Chame-o para dentro do seu cotidiano.

Acreditamos que com essa agenda... a felicidade pode ser a
companheira e aliada para tocar o barco da vida.

(enviado por Andréia)

terça-feira, 27 de março de 2012

ADOTE UM ADULTO

Adote um adulto e ensine a ele coisas que ele já esqueceu.
Você pode adotar seu pai, mãe, tio, um amigo virtual,
marido, namorado ...
O importante é encontrar alguém que precise ser adotado,
precise voltar a ser criança.

COMO ESCOLHER?
Humm!!! é fácil reconhecer os adultos
que mais precisam ser adotados:
eles costumam ser:
ranzinzas,
mal-humorados e
cheios de coisas para fazer.

São sérios demais, vivem reclamando do que fazem,
não gostam de barulho, de música ou de coisas inesperadas.
Odeiam surpresas e geralmente não gostam de
comer doces ou andar descalços.

Aposto que conhecemos muitos assim ...... ;o) !!!

O QUE FAZER?

Depois que tiver escolhido, chegue perto,
de mansinho e, com muita paciência,
vá ensinando a ele como ser criança outra vez.

Faça um lindo desenho e dê a ele de presente.

Ensine-o a fazer as nuvens crescerem (na imaginação),
aprender a gostar de carinho
(comece com 1, 2, 3 beijinhos, beijo é bom !!),
a acreditar em anjos, dragões
(conte-lhes uma história aonde ele será o herói,
e matará o dragão feroz que existe dentro dele),
a chupar pedrinha de gelo,
a olhar o céu, só por um momento ...

O importante, será não desistir ...
e lembre-se, o que é fácil para nós,
pode ser difícil para eles.
Muitos esqueceram a criança que existe dentro de cada um...

ACEITANDO PELO O QUE É

O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: "Cachorrinhos a venda".
    Esse tipo de anúncio sempre atrai às crianças e logo um menininho apareceu na loja perguntando:

    -"Qual é o preço dos cachorrinhos?"

    O dono respondeu:
    - "Entre R$ 30,00 e R$ 50,00".

    O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:
    - "Só tenho R$ 2,37... posso vê-los?".

    O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.

    - "O que aconteceu com esse cachorrinho?", perguntou.

    O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:

    - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!".

    E o homem respondeu:
    - "Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente".

    O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:
    - "Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo".

    O homem respondeu:
    - "Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos".

    O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:

    - "Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda".

    O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas... sorriu e disse:
    - "Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você".

    Na vida não importa como és, mas importa que alguém te aprecie pelo que és, te aceite e te ame incondicionalmente.

O ABORTO

Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:

– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

Indaga o médico:

– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?

A mulher, já esperançosa, respondeu:

– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.

O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:

– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:

– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.

A mulher apavorou-se:

– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo

LUCHINI.

A VERDADEIRA ALQUIMIA

Certa vez um andarilho apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal em ouro. Algumas pessoas pararam para ouví-lo e começaram a proferir gracejos e ridicularizá-lo.

O estranho não se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de metal e alguém lhe entregou uma ferradura, um outro lhe ofereceu um prego. O alquimista então pegou ambas as peças, e ainda sob as risadas dos incrédulos, colocou-as numa pequena vasilha e derramou sobre elas o conteúdo de um frasco que havia retirado de sua sacola. Permaneceu alguns segundos em silêncio e o fenômeno aconteceu: a ferradura e o prego tornaram-se dourados.

Uma sensação de espanto percorreu a multidão que se avolumava cada vez mais na praça. O alquimista levantou as peças de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação. Um ourives presente no local pediu para examinar os objetos e foi atendido.

Em pouco tempo, revelou serem as peças de ouro puríssimo como nunca tinha visto. As pessoas agitaram-se e agora queriam ouvir.

O alquimista então pegou um grosso livro de sua sacola e disse estar nele o segredo da transmutação dos metais em ouro. Em seguida, entregou o livro a uma criança próxima e partiu tranqüilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os olhos mantiveram-se fixos no objeto nas mãos da criança.

Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma cópia do valioso manuscrito, assim a receita para produzir ouro passou a ser conhecida por todos. Contudo, a fórmula era complexa.

Exigia água destilada mil vezes no silêncio da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites especiais e em praias distantes. Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando a água destilar. Além disso, procurar os outros ingredientes era muito cansativo.

No início todos puseram as mãos à obra, mas com o passar do tempo, as pessoas foram desistindo do trabalho. Diziam que a fórmula era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar como eram tolos.

As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam, tentavam convencer os outros a fazerem o mesmo. Assim, muitos e muitos outros, influenciados pelos primeiros, também desistiram.

Mas, um pequeno grupo prosseguiu com o trabalho. Apesar de ridicularizados pelo resto da aldeia, continuaram destilando a água e fizeram várias viagens juntos à procura dos ingredientes da fórmula.

O tempo correu e a quantidade de histórias divertidas, de situações que eles passaram juntos, de mudanças pessoais de cada um desde que começaram a seguir a fórmula, cresceu. E o grupo dos aprendizes de alquimia tornou-se cada vez mais unido. Converteram-se em grandes amigos.

Até que em um mesmo dia, todos tinham começado juntos, e viraram a última página das instruções do livro, e lá estava escrito:

“Se todas as instruções foram seguidas, você tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal, transforma-o em ouro. Entretanto, agora você já percebeu que a maior riqueza não está no produto final obtido, mas sim no caminho percorrido. O que nos torna infinitamente ricos não é a quantidade de ouro que conseguimos produzir, mas as conquistas que obtivemos em busca do tesouro: o conhecimento das riquezas como o amor, a amizade, a paciência, o perdão, a persistência, o valor dos sacrifícios feitos nessa busca. A transformação interior obtida: esta é a verdadeira alquimia".

A SERPENTE E O VAGALUME

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava
em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada....
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer uma pergunta?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar
 mesmo, pode perguntar.
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você  quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar!
   
"Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar."

A RATOEIRA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa
abrindo um pacote.
    Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
    Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado.
    Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
    "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!! "
    A galinha, disse:
    "- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
    O rato foi até o porco e lhe disse:
    "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!"
    "- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
    O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
    "- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! "
    Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
    Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua
vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
    O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
    Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
    Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
    O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

    Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos."


(desconheço o autor)

À PROCURA DE UM PRESENTE

Alguém à procura de um presente, entrou numa loja e viu um Anjo no balcão.
Maravilhado perguntou-lhe:
- Santo Anjo, o que vendes?
Respondeu-lhe:
- Todos os dons de Deus.
- E custa muito?
- Não, tudo é de graça.
Olhou a loja e viu que tinha jarras de amor, vidros de fé, pacotes de esperança, potes de arrependimento e saquinhos de sabedoria...
Tomou coragem e pediu:
- Por favor, quero muito amor, muita fé, bastante arrependimento, sabedoria e felicidade...
Então o Anjo preparou e entregou-lhe um pequeno embrulho que cabia na palma da mão.
Meio assustado disse-lhe:
- É possível estar tudo aqui?
O Anjo respondeu-lhe sorrindo.
- Nessa loja não vendemos frutos, só sementes.

(enviado por Conceição)

segunda-feira, 26 de março de 2012

A PISCINA E A CRUZ

Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e

molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho...

Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão

daquele hábito.



O nadador sorriu e respondeu:

Há alguns anos eu era um professor de natação de um grupo de homens.

Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.

Certa noite, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco.



Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.

Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.

Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.

Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.

Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.

Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus Cristo

tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue.

Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à Mente e

me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus Cristo.



Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

Finalmente desci do trampolim fui até à escada para mergulhar na água.

Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.

Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.



Tremi todo e senti um calafrio na espinha.

Se eu tivesse saltado seria meu ultimo salto.

Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.



Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina,

confessei  meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi

exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.



Naquela noite fui salvo duas vezes, e para nunca mais esquecer,

sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar para a água.

À PROCURA DE UM PRESENTE

Alguém à procura de um presente, entrou numa loja e viu um Anjo no balcão.

Maravilhado perguntou-lhe:

- Santo Anjo, o que vendes?

Respondeu-lhe:

- Todos os dons de Deus.

- E custa muito?

- Não, tudo é de graça.

Olhou a loja e viu que tinha jarras de amor, vidros de fé, pacotes de esperança, potes de arrependimento e saquinhos de sabedoria...

Tomou coragem e pediu:

- Por favor, quero muito amor, muita fé, bastante arrependimento, sabedoria e felicidade...

Então o Anjo preparou e entregou-lhe um pequeno embrulho que cabia na palma da mão.

Meio assustado disse-lhe:

- É possível estar tudo aqui?

O Anjo respondeu-lhe sorrindo.

- Nessa loja não vendemos frutos, só sementes.



(enviado por Conceição)

A RATOEIRA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa

abrindo um pacote.

    Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.

    Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado.

    Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

    "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!! "

    A galinha, disse:

    "- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."

    O rato foi até o porco e lhe disse:

    "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!"

    "- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."

    O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:

    "- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! "

    Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

    Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua

vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

    O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

    Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

    Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.

    O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.



    Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos."





(desconheço o autor)

A SERPENTE E O VAGALUME

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.

Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava

em desistir.

Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada....

No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:

- Posso lhe fazer uma pergunta?

- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar

 mesmo, pode perguntar.

- Pertenço a sua cadeia alimentar?

- Não.

- Eu te fiz algum mal?

- Não.

- Então, por que você  quer acabar comigo?

- Porque não suporto ver você brilhar!



"Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar."

A VERDADEIRA ALQUIMIA

Certa vez um andarilho apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal em ouro. Algumas pessoas pararam para ouví-lo e começaram a proferir gracejos e ridicularizá-lo.



O estranho não se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de metal e alguém lhe entregou uma ferradura, um outro lhe ofereceu um prego. O alquimista então pegou ambas as peças, e ainda sob as risadas dos incrédulos, colocou-as numa pequena vasilha e derramou sobre elas o conteúdo de um frasco que havia retirado de sua sacola. Permaneceu alguns segundos em silêncio e o fenômeno aconteceu: a ferradura e o prego tornaram-se dourados.



Uma sensação de espanto percorreu a multidão que se avolumava cada vez mais na praça. O alquimista levantou as peças de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação. Um ourives presente no local pediu para examinar os objetos e foi atendido.



Em pouco tempo, revelou serem as peças de ouro puríssimo como nunca tinha visto. As pessoas agitaram-se e agora queriam ouvir.



O alquimista então pegou um grosso livro de sua sacola e disse estar nele o segredo da transmutação dos metais em ouro. Em seguida, entregou o livro a uma criança próxima e partiu tranqüilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os olhos mantiveram-se fixos no objeto nas mãos da criança.



Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma cópia do valioso manuscrito, assim a receita para produzir ouro passou a ser conhecida por todos. Contudo, a fórmula era complexa.



Exigia água destilada mil vezes no silêncio da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites especiais e em praias distantes. Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando a água destilar. Além disso, procurar os outros ingredientes era muito cansativo.



No início todos puseram as mãos à obra, mas com o passar do tempo, as pessoas foram desistindo do trabalho. Diziam que a fórmula era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar como eram tolos.



As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam, tentavam convencer os outros a fazerem o mesmo. Assim, muitos e muitos outros, influenciados pelos primeiros, também desistiram.



Mas, um pequeno grupo prosseguiu com o trabalho. Apesar de ridicularizados pelo resto da aldeia, continuaram destilando a água e fizeram várias viagens juntos à procura dos ingredientes da fórmula.



O tempo correu e a quantidade de histórias divertidas, de situações que eles passaram juntos, de mudanças pessoais de cada um desde que começaram a seguir a fórmula, cresceu. E o grupo dos aprendizes de alquimia tornou-se cada vez mais unido. Converteram-se em grandes amigos.



Até que em um mesmo dia, todos tinham começado juntos, e viraram a última página das instruções do livro, e lá estava escrito:



“Se todas as instruções foram seguidas, você tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal, transforma-o em ouro. Entretanto, agora você já percebeu que a maior riqueza não está no produto final obtido, mas sim no caminho percorrido. O que nos torna infinitamente ricos não é a quantidade de ouro que conseguimos produzir, mas as conquistas que obtivemos em busca do tesouro: o conhecimento das riquezas como o amor, a amizade, a paciência, o perdão, a persistência, o valor dos sacrifícios feitos nessa busca. A transformação interior obtida: esta é a verdadeira alquimia".

O ABORTO

Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:



– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.



Indaga o médico:



– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?



A mulher, já esperançosa, respondeu:



– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.



O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:



– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.



A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:



– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.



A mulher apavorou-se:



– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!



O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo



LUCHINI.

ACEITANDO PELO O QUE É

- "Só tenho R$ 2,37... posso vê-los?".



    O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.



    - "O que aconteceu com esse cachorrinho?", perguntou.



    O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:



    - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!".



    E o homem respondeu:

    - "Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente".



    O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:

    - "Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo".



    O homem respondeu:

    - "Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos".



    O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:



    - "Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda".



    O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas... sorriu e disse:

    - "Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você".



    Na vida não importa como és, mas importa que alguém te aprecie pelo que és, te aceite e te ame incondicionalmente.

ADOTE UM ADULTO

Adote um adulto e ensine a ele coisas que ele já esqueceu.

Você pode adotar seu pai, mãe, tio, um amigo virtual,

marido, namorado ...

O importante é encontrar alguém que precise ser adotado,

precise voltar a ser criança.



COMO ESCOLHER?

Humm!!! é fácil reconhecer os adultos

que mais precisam ser adotados:

eles costumam ser:

ranzinzas,

mal-humorados e

cheios de coisas para fazer.



São sérios demais, vivem reclamando do que fazem,

não gostam de barulho, de música ou de coisas inesperadas.

Odeiam surpresas e geralmente não gostam de

comer doces ou andar descalços.



Aposto que conhecemos muitos assim ...... ;o) !!!



O QUE FAZER?



Depois que tiver escolhido, chegue perto,

de mansinho e, com muita paciência,

vá ensinando a ele como ser criança outra vez.



Faça um lindo desenho e dê a ele de presente.



Ensine-o a fazer as nuvens crescerem (na imaginação),

aprender a gostar de carinho

(comece com 1, 2, 3 beijinhos, beijo é bom !!),

a acreditar em anjos, dragões

(conte-lhes uma história aonde ele será o herói,

e matará o dragão feroz que existe dentro dele),

a chupar pedrinha de gelo,

a olhar o céu, só por um momento ...



O importante, será não desistir ...

e lembre-se, o que é fácil para nós,

pode ser difícil para eles.

Muitos esqueceram a criança que existe dentro de cada um...

Agenda da Felicidade

O sorriso... é o cartão de visita das pessoas saudáveis.

Distribua-o gentilmente.



O diálogo... é a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.

Transmite-o bastante.



O amor... é a melhor música na partitura da vida.

Sem ele, você será um(a) eterno(a) desafinado(a).



A bondade... é a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.

Plante estas flores.



A alegria... é o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.

Esbanje-o, o mundo precisa dele.



A paz da consciência... é o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.

Viva em paz consigo mesmo.



A fé... é a bússola certa para os navios errantes, incertos,

buscando as praias da eternidade.

Utilize-a sempre.



A esperança...é o vento bom enfunando as velas do nosso barco.

Chame-o para dentro do seu cotidiano.



Acreditamos que com essa agenda... a felicidade pode ser a

companheira e aliada para tocar o barco da vida.



(enviado por Andréia)

AMANHÃ PODE SER TARDE

Se está bravo com alguém e ninguém faz alguma coisa   



para consertar a situacão ...conserte você.   



Talvez hoje, aquela pessoa ainda queira ser seu amigo,   



e se você não consertar isto logo, talvez amanhã seja muito tarde.

Se está apaixonado por alguém, mas a pessoa não sabe 



 ...diga a ela.



 Talvez hoje, aquela pessoa também esteja apaixonado por você  



 e se você não falar isto hoje, talvez amanhã seja muito tarde.





Se você morre de desejos de dar um beijo em



alguém... então dê.  



Talvez essa pessoa também queira seu beijo, se  você   



não der isto a ela hoje, talvez amanhã seja muito tarde.



Se você ama alguém e acha que esse alguém lhe esqueceu



...entao diga a ele.  



Talvez essa pessoa sempre o tenha amado e se você não lhe disser isso hoje,



talvez amanhã seja muito tarde.



 Se você precisa de um abraço de um amigo



... você deve lhe pedir.



  Talvez ele precise isto mais que você, e se você não lhe pedir hoje,



amanhã pode ser muito tarde.





Se você realmente tem amigos, aos quais aprecia



... conte isto a eles.  



Talvez eles também  o apreciem, e se eles partem ou  vão embora,  



talvez amanhã seja muito tarde. 





PASSE ESTA MENSAGEM A PESSOAS QUE VOCE QUER BEM   



passe hoje... talvez amanhã seja muito tarde.

AMOR DE VERDADE

Martin era um sapateiro em uma vila pequena.

     Desde que morreu a esposa e os filhos, ele se tornou triste.

     Um dia, um homem sábio lhe falou que ele deveria ler os evangelhos porque lá ele descobriria como Deus gostaria que ele vivesse.

     Martin passou a ler os evangelhos. Certo dia leu a narrativa do evangelho de Lucas do banquete em casa do rico fariseu que recebeu Jesus em sua casa, mas não providenciou água para os pés, nem ungiu a cabeça de Jesus, nem o beijou.

     Naquela noite, Martin foi dormir pensando em como ele receberia Jesus, se ele viesse a sua casa. De repente, acordou sobressaltado com uma voz que lhe dizia:

    "- Martin! Olha para a rua amanhã, pois eu virei."

    Logo cedo, o sapateiro acendeu o fogo e preparou sua sopa de repolho e seu mingau. Começou a trabalhar e se sentou junto à janela para melhor ver a rua. Pensando na noite da véspera, mais olhava a rua do que trabalhava.

        Passou um porteiro de casa, um carregador de água. Depois uma mulher com sapatos de camponesa, com um bebê ao colo. Ela estava vestida com roupas pobres, leves e velhas. Segurando o bebê junto ao corpo, buscava protegê-lo do vento frio que soprava forte. Martin convidou-a a entrar e lhe serviu sopa.

        Enquanto comia, ela contou sua vida. Seu marido era soldado. Estava longe há oito meses. Ela já vendera tudo o que tinha e acabara de empenhar seu xale.

        Martin buscou um casaco grosso e pesado e envolveu a mulher e o filho. Depois de alimentados e agasalhados, eles se foram, não sem antes Martin deixar na mão da pobre mãe umas moedas para que ela pudesse tirar o xale do penhor.

        Quando um velho que trabalhava na rua, limpando a neve da frente das casas, parou para descansar, encostado à parede da sua oficina e lar, Martin o convidou a entrar. Serviu-lhe chá quente e lhe falou da sua espera. Ele aguardava Jesus. O velho homem foi embora, reconfortado no corpo e na alma e Martin voltou a costurar uma botina.

        O dia acabou. E quando ele não podia mais ver para passar a agulha pelos furos do couro, juntou suas ferramentas, varreu o chão e colocou o lampião sobre a mesa. Buscou o Evangelho e o abriu. Então, ouvindo passos, ele olhou em volta. Uma voz sussurrou:

        "-Martin, você não me conhece?"

        "-Quem é?", perguntou o sapateiro.

         "-Sou eu" disse a voz. E num canto da sala, apareceu a mulher com o bebê ao colo. Ela sorriu, o bebê também e então desapareceram.

        "-Sou eu" tornou a falar a voz. Em outro canto apareceu o velho homem. Sorriu. E desapareceu.

        A alma de Martin se alegrou. Ele começou a ler o evangelho onde estava aberto:

        "Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era hóspede, e me recolhestes." No fim da página, ele leu: "quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes."

        E Martin compreendeu que o Cristo tinha ido a ele naquele dia, e que ele o recebera bem.

Angústia de passarinho

Um motociclista ia a 130 km/h por uma estrada e, de repente, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se: PÁ!!!

Pelo retrovisor, o cara ainda viu o bicho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não podendo conter o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.



O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.



Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, que a tratou e medicou.



O motoqueiro comprou uma gaiolinha e a levou para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para a acidentada.

No dia seguinte, o passarinho recuperou a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e uma vasilha d'água no canto, o bicho pôs as mãos, ou melhor, as asas na cabeça e gritou:



"Caramba, matei o motoqueiro!!!".



Silvia Esteves (Belo Horizonte/MG)

Transcrito do jornal  - ESTADO ECOLÓGICO Suplemento especial do Jornal ESTADO DE MINAS.



(enviado por Márcio)

APROVEITE CADA MOMENTO

Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno

pacote embrulhado com papel de seda:

"Isto - disse - não é um simples pacote."

Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita seda e a caixa.

"Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião."

Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária.

Sua esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse:

"Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma

ocasião especial".



Ainda estou pensando nestas palavras... já mudaram minha vida. Agora estou lendo mais e limpando menos. Sento-me no terraço e admiro a vista sem preocupar-me com as pragas. Vivo mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho.

Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar,  não para  sobreviver. Já não guardo nada.

Uso meus copos de cristal todos os dias. Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade.

Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho  vontade.

As frases "algum dia..." e "qualquer dia..." estão desaparecendo de meu vocabulário.

Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora.

Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos.

Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos. Talvez chamasse alguns amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado.

Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita.

São estas  pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu

soubesse que minhas horas estão limitadas.

Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar, cartas que pensava escrever "qualquer dia destes".

Desgostoso e triste, porque não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo. Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas.

E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este será um dia especial.

Cada dia, cada hora, cada minuto, é especial.

ARROGÂNCIA

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em  outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.

Os americanos começaram na maciota:



- Favor alterar seu curso 15 graus para norte

para evitar colisão com nossa embarcação.

 Os canadenses responderam de pronto:

 - Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.



 O americano ficou mordido:

- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana.

 Repito, mude o SEU curso.



 Mas o canadense insistiu:

- Não. Mude o SEU curso atual



O negócio começou a ficar feio. O capitão americano

berrou ao microfone:

 - ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR

NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS

ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E

NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS

MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE,

OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA

GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.



E o canadense respondeu:

- Aqui é um farol, câmbio!







Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos...

quantas vezes criticamos a ação dos outros,

quantas vezes exigimos mudanças de comportamento

nas pessoas  que vivem perto de nós quando na verdade

 nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...

(enviado por Gervásio)

AS COISAS NÃO SÃO O QUE PARECEM SER

Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família rica.

A família era rude e se recusou a deixar os anjos ficarem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, eles foram mandados ir dormir num pequeno e frio espaço no porão. Quando estavam fazendo sua camas no chão duro, o anjo mais velho viu um buraco na parede e consertou-o. Quando o anjo mais novo viu perguntou o por quê disso, o anjo mais velho respondeu:

- "As coisas não são sempre o que parecem ser."

Na próxima noite o par de anjos foi descansar na casa de pessoas muito pobres, mas muito hospitaleiras, um fazendeiro e sua esposa. Depois de dividir o pouco de comida que tinham, o fazendeiro e sua esposa acomodaram os anjos na sua cama onde poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando o sol ascendeu na manhã seguinte os anjos encontraram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua única vaca, cujo leite tinha sido a única fonte de renda familiar, deitava morta no campo.

O anjo mais novo estava furioso e perguntou:

- "Como você pode deixar isto acontecer? O primeiro homem tinha tudo e você o ajudou. A segunda família tem pouco mas estava disposta a  dividir tudo,e você deixou a vaca morrer."

O anjo mais velho respondeu:

- "As coisas não são sempre o que parecem ser."

E continuou:

- "Quando nós ficamos no porão daquela mansão, eu vi que tinha ouro guardado naquele buraco na parede. Desde que o dono era totalmente obcecado por dinheiro e incapaz de dividir sua fortuna, eu tampei o buraco para que ele não ache o ouro. Então noite passada quando estávamos a dormir na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio por sua esposa. Eu dei a ele a vaca no lugar de sua esposa...



Moral: "Coisas não são sempre o que parecem ser... algumas vezes isto é

exatamente o que acontece quando coisas não se concretizam do jeito que

deveriam. Se você tiver fé, você só precisa acreditar que tudo que acontece

é em seu favor. Você provavelmente não vai notar até algum tempo depois..."



(Autor desconhecido)